Hipnose
Ansiedade vs depressão
Alguém pode seguir estratégias que geram ansiedade e estratégias que geram depressão. As duas condições envolvem a pessoa escolher o que está errado, e associar isso a experiências desagradáveis. Entretanto, os dois grupos são diferentes, e isso pode nos ajudar a distingui-los antes de considerarmos como resolver a ansiedade.
No caso da depressão, o foco está nas experiências passadas – fracassos, perdas e derrotas que já aconteceram e são, portanto, fatos estabelecidos. A pessoa deprimida pode nem ter uma linha do tempo futura para ficar ansiosa com ela, nem falar em ter metas.
Seus comentários sobre a vida e seu próprio self são, portanto, baseados num "estilo permanente" de explicação ("Esse é o meu jeito e como as coisas são, tudo é igual, e sempre será."). A pessoa deprimida tem, compreensivelmente, pouco interesse em fazer alguma coisa, porque ela presume o fracasso ("O que é que adianta se isso sempre me leva de volta para o lugar onde eu sempre estive – nenhum lugar."). Ela pode ficar esperançosa em relação a tarefas específicas (e depois usar os padrões que estamos chamando de ansiedade), mas geralmente a pessoa deprimida já desistiu de tentar evitar o tipo de dor do qual a pessoa ansiosa está fugindo.
Na pessoa ansiosa, o foco está na derrota potencial e futura, no fracasso ou na perda. A pessoa ansiosa considera que talvez esses desastres sejam evitáveis, se ela, de alguma maneira, conseguir apenas escapar de certos eventos temidos. Neste caso, o estilo de explicação dela é mais vacilante, condicional e mais focado em eventos particulares ("Se eu pudesse só evitar os elevadores, as multidões, de pensar na morte, então eu poderia ser capaz de escapar deste terror."). A pessoa ansiosa também tem objetivos, mas é incapaz de alcançá-los. Ela tem medo do fracasso. A pessoa ansiosa não desiste de fazer tudo (a menos que ela fique deprimida por causa da sua ansiedade), apenas daquelas coisas das quais ela tem medo (os gatilhos para sua ansiedade).
No caso da depressão, o foco está nas experiências passadas – fracassos, perdas e derrotas que já aconteceram e são, portanto, fatos estabelecidos. A pessoa deprimida pode nem ter uma linha do tempo futura para ficar ansiosa com ela, nem falar em ter metas.
Seus comentários sobre a vida e seu próprio self são, portanto, baseados num "estilo permanente" de explicação ("Esse é o meu jeito e como as coisas são, tudo é igual, e sempre será."). A pessoa deprimida tem, compreensivelmente, pouco interesse em fazer alguma coisa, porque ela presume o fracasso ("O que é que adianta se isso sempre me leva de volta para o lugar onde eu sempre estive – nenhum lugar."). Ela pode ficar esperançosa em relação a tarefas específicas (e depois usar os padrões que estamos chamando de ansiedade), mas geralmente a pessoa deprimida já desistiu de tentar evitar o tipo de dor do qual a pessoa ansiosa está fugindo.
Na pessoa ansiosa, o foco está na derrota potencial e futura, no fracasso ou na perda. A pessoa ansiosa considera que talvez esses desastres sejam evitáveis, se ela, de alguma maneira, conseguir apenas escapar de certos eventos temidos. Neste caso, o estilo de explicação dela é mais vacilante, condicional e mais focado em eventos particulares ("Se eu pudesse só evitar os elevadores, as multidões, de pensar na morte, então eu poderia ser capaz de escapar deste terror."). A pessoa ansiosa também tem objetivos, mas é incapaz de alcançá-los. Ela tem medo do fracasso. A pessoa ansiosa não desiste de fazer tudo (a menos que ela fique deprimida por causa da sua ansiedade), apenas daquelas coisas das quais ela tem medo (os gatilhos para sua ansiedade).
O papel do hipnoterapeuta não é de ser Magico
Ser um "mágico" pode ser muito gratificante, mas essa satisfação é pequena se comparada com a alegria de capacitar a pessoa ansiosa para ela aprender sua própria magia. O nosso papel, então, é ser uma espécie de treinador ou consultor.
A pessoa ansiosa está nos a contratar para lhe dar-mos conselhos e apoio para colocar em ação um plano que irá mudar sua vida. Isso se tornará uma relação colaborativa, na qual ela precisa não somente "ajudar", mas também seguir experimentalmente o conselho que nós demos.
Nós não temos uma mágia para solucionar o problema delas. Mas se elas fizerem aquilo que sugerimos, nós acreditamos que elas irão experimentar mudanças. Isso é o mesmo que faz um consultor de empresas.
Ser um "mágico" pode ser muito gratificante, mas essa satisfação é pequena se comparada com a alegria de capacitar a pessoa ansiosa para ela aprender sua própria magia. O nosso papel, então, é ser uma espécie de treinador ou consultor.
A pessoa ansiosa está nos a contratar para lhe dar-mos conselhos e apoio para colocar em ação um plano que irá mudar sua vida. Isso se tornará uma relação colaborativa, na qual ela precisa não somente "ajudar", mas também seguir experimentalmente o conselho que nós demos.
Nós não temos uma mágia para solucionar o problema delas. Mas se elas fizerem aquilo que sugerimos, nós acreditamos que elas irão experimentar mudanças. Isso é o mesmo que faz um consultor de empresas.
Nós muitas vezes dizemos: "A Hipnose não funciona. Você é que funciona... A Hipnose só mostra como você funciona, de modo perfeito." Esse é um acordo de prazo determinado, e é importante tratar disso no início para marcar um número específico de sessões (na maioria dos casos nós usamos duas ou quatro).

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